Eu sofro com telemarketing e quem paga é você, amigo

Baru: boa tarde senhor andré, estaria interessada em fazer uma doação de chocolates?
André : doação de chocolates? Como é isso?
Baru: perfeito, a doação de chocolates consiste na aquisição de chocolates por parte de terceiros, sem ônus financeiros aos mesmos
Baru: a proposta aqui é que a aquisição de chocolates referida seja financiada pelo senhor, confere?
André : uhaeuhuaehuae, mas para que fim?
Baru: para fins de contribuir com o nivelamento da química do cérebro feminino de terceiros

Passei o dia falando com atendentes de telemarketing mil. Clusterf*ck do caramba.

E no final só fico pensando, a nossa vida tá cada vez mais pulverizada e descontruída, ninguém tem mais noção do todo, é briga de faca em cabine telefônica…

Publicado em:  on Outubro 29, 2009 at 3:28 pm Comentários (5)
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Into the wild

O ano não terminou, eu sei. Mas eu dei uma parada pra reavaliar o que fiz.

Cheguei à conclusão de que tinha uma visão muito imatura da vida. Não que eu já tenha ficado perfeitamente madura, mas…

É chegar até aqui e perceber que eu estava perseguindo a cenoura, e não me dei conta da corrida. E nessa, eu estou me dando conta que, desde 2006, eu tenho perseguido x, encontrado z, e refazendo meu trajeto a cada nova etapa.

Fico feliz que eu não tenha que chegar ao ponto em que chegou o Supertramp no final de Into the Wild.

Tenho que me libertar das más escolhas que fiz: das amizades tóxicas que cultivei, nas quais insisti; dos relacionamentos imaturos em que me investi. Nas esperanças que depositei em coisas que não tem nada a ver com o que me falta preencher na vida.

Cegueira de olhos abertos, quem curte?

 

Publicado em:  on Outubro 28, 2009 at 1:47 pm Comentários (1)
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Inocência Barulesca 2

Muito engraçado ver esse post no blog da Erica. Lembro de estar acompanhando esse seriado na época da viagem pra Obamaland e, quando cheguei na Times Square, ver outdoors digitais com propragandas dele.

Saudade do seriado, queria poder acompanhá-lo, mas a Vivo não deixa!

Ainda bem que não chamei os bombeiros hein!

Publicado em:  on Outubro 20, 2009 at 1:54 pm Deixe um comentário
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Inocência Barulesca

Eu, menina do campo Barulesca aqui, tinha sido acordada por um uivo canino e perdido o sono. Fiquei vendo Jtv e rindo de seriados ingleses bobos, e vez por outra rolava um som estranho. Lá pelas 3 da manhã eu começo a ouvir um barulho metálico estranho, e então um gemido fantasmagórico.

Na hora eu lembrei de um caso que ocorreu há uns 5 anos, talvez mais. Eu estava fazendo fisioterapia por conta de uma tendinite (na verdade, tenossinovite, coisa que todo designer tem), e me largaram numa cabine com um aparelho que emite choques elétricos ainda ligado ao meu braço. Estava lá eu, numa cabine de 1×1,5 m, dentro de uma sala maior com infinitas outras cabines. O profissionalíssimo funcionário da clínica, dito fisioterapeuta, havia me instruído a gritar quando o aparelho parasse de funcionar. Eu já me sentia ridícula o suficiente com aqueles choquinhos no braço. Eles passam uma geleca em você, grudam os eletrodos, dizem, “quando parar, grita”, e te fecham naquela cabinezinha. Era só eu lá, olhando pro pano que me separava do mundo lá fora. Silêncio sepulcral. Eu, campesina, esboço minha capacidade de seguir instruções tão profissionais:

Baru Campesina: ….oi?

Eis que uma voz descarnada se faz ressoar. Na hora eu lembrei daquele conto do Edgar Allan Poe, “O gato negro”.

Voz descarnada: OOOOOOOOOOOOi…

Claro que eu fiquei em silêncio. CLARO. Vou acelerar a história pra parar com esse flashback do flashback. No final, a voz descarnada era a de uma velhinha que estava em fisioterapia por conta de problemas neurológicos. Sabe-se lá porquê ela resolveu me responder, talvez fosse uma vitória pessoal para ela, mas me deu um cagaço do caramba, velha safada.

E então, eu aqui, me divertindo, me senti culpada ao ouvir uma voz fantasmagórica. Tem uma casa de repouso na vila, bem em frente à minha janela, e aquele gemido poderia ser uma velhinha morrendo. Começou a me dar agonia. Parei pra pensar que não tenho que me preocupar nada, é uma casa de repouso, tem um monte de gente qualificada pra atender a velhinha. Alias, ou a velhinha tava morrendo, ou era petit mort.

Fiquei me sentinto culpada de novo por fazer piada da velhinha, mesmo que tenha sido só no twitter. (A frase ficou engraçada, merecia um tweet)

Aì abaixei o som e fiquei escutando. Não, não podia ser petit mort. Era alguém morrendo. Faltando ar. E então…

“Ai mãe, ai mãe ai…AI AMOR”

Hahaha que lindo, flagrante delicto auditivo. Essa vila é uma coisa, vou te contar. Não acredito que parei tudo que eu tava fazendo pra dar uma de peeping tom.

Publicado em:  on Outubro 19, 2009 at 8:39 pm Comentários (5)
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Epic win sem testemunhas

Estou eu aqui curtindo meu sofá, vendo um documentário sobre a árvore genealógica da humanidade. Em certo momento, travo o seguinte diálogo (sei, perfeitamente platônico e one-sided) com o narrador:

Narrador: No Oregon foi achado um artefato nada convencional

Eu: Merda!

Narrador: O que achamos foi realmente surpreendente

Eu: Acharam cocô

Narrador: Esperavamos encontrar pontas de lança, ferramentas

Eu: Acharam dudu

Narrador: E o que achamos nos surpreendeu. Um cropólito (mostra um pequeno tolete)

Eu: Caraaaaaaaca!

Narrador: É isso mesmo. Alguma mulher ou homem ancestral nos deixou esta amostra de fezes fossilizada

Eu: Pô gente eu tava de sacanagem, fala sério

Publicado em:  on Outubro 18, 2009 at 9:41 pm Comentários (7)
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Menina Breguinha ou Eu ouço John Mayer

Eu tinha vergonhazinha de gostar de John Mayer, até que um dia minha mãe, fã número uno, de comprar dvd ao vivo dele e assistir bebendo vinho e gritar “GATIIINHOOO Ô LÁ EM CASA”, me disse que se não fosse eu, nunca tinha conhecido o gajo.

E eu jurando pra mim mesma que era meu irmão o viciado, afinal, foi ele quem me apresentou o Mayer (via um vício messiânico por Dave Mathews Band). Nos primeiros discos, eu o achava um horror, porque era muito óbvio que ele tinha a mesma relação Jorge Vercilo*/Djavan, só que com o Dave Mathews. E pior, fazendo Dave Mathews pra tweens. Mas quem é criada por alguém como a minha mãe**, fica difícil não ficar de joelho mole com aquelas melodias de guitarra.

Além do mais, com letras como 3×5 (3×5 inches o formato padrão das fotografias), eu me deixo levar pelo pensamento “he knows how I feeeeel”, que é tão, tão, tão perigoso pra mim. 10 out of 10 times this line of thought has left me on my knees. E preciso de meses pra me recuperar. (Pelo menos eu me recupero! :D ) Pelo menos o Mayer permanece num plano platônicamente saudável.

Eis a letra de 3×5, que ouvi com um pouco mais de atenção outro dia, esperando o sinal abrir pra eu chegar em casa (atravessando o sinal, vc dá de cara com o portão do meu prédio). Fala de alguém que não quer mais ficar tirando foto da vida, quer ter experiências dos lugares por onde passa e olha. Me sinto muito assim: “Today I finally overcame tryin’ to fit the world inside a picture frame”. Divago…eis a letra:

3×5 (John Mayer)

I’m writing you to
catch you up on places I’ve been
And you have this letter
You probably got excited, but there’s nothing else inside it

Didn’t have a camera by my side this time
hoping I would see the world through both my eyes
maybe I will tell you all about it when
I’m in the mood to lose my way with words

Today skies are painted colors of a cowboy cliche’
And its strange how clouds that look like mountains in the sky
are next to mountains anyway

Didn’t have a camera by my side this time
Hoping I would see the world through both my eyes
Maybe I will tell you all about it when
I’m in the mood to lose my way
but let me say

You should have seen that sunrise with your own eyes
It brought me back to life
You’ll be with me next time I go outside
No more 3×5’s

I Guess you had to be there
I Guess you had to be with me

Today I finally overcame
tryin’ to fit the world inside a picture frame
Maybe I will tell you all about it when I’m in the mood to
lose my way but let me say

You should have seen that sunrise with your own eyes
it brought me back to life
You’ll be with me next time I go outside
no more 3×5’s
just no more 3×5’s

* Eu tinha esquecido o nome dele, mas joguei no google “homem aranha djavan” e apareceu esse link.

** Minha mãe adora guitarras, e quando eu era criança, me botou de castigo trancada na sala de casa ouvindo 5150 do Van Halen até aprender a não ficar pedindo aquelas coletâneas de dance music tão comuns nos anos 90.

Publicado em:  on Outubro 11, 2009 at 2:22 pm Comentários (3)
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“Below the belt”: Inglorious Besterds

Eu não sei se posso dizer que sou fã do Tarantino. Não gosto de todos os filmes dele. Acho que o que sinto é uma certa simpatia. Mas a cada novo lançamento, estou começando a virar tiete.

Primeiro com Kill Bill. Não gostei muito do primeiro. Achei as referências ao Japão muito chatas, devo ter passado da fase. Também deve ser porque depois que o que eu gosto vira moda, eu passo a achar que não tem mais graça (viu Juju). Mas adoro o segundo. Adoro as referências aos filmes de Kung Fu que a gente via na casa da Mana, graças à uma rede de inteligência que sempre dava um jeito de descobrir locadoras e que contrabandeava fitas cassetes. Na época do cd rom e do computador, a coisa começou a perder a graça. E aí o Jackie Chan foi pra Hollywood e começou a fazer papel de Didi Mocó. I digress! O caso é que, no Kill Bill 2, pude ter a sensação de ver aqueles filmes de novo. E tem uma mistura com um tipo de Western. Melhor ainda, Spaguetti Western!

Recentemente, depois que vi There Will be Blood e 3:10 to Yuma, comecei a ter uma certa quedinha por westerns. O motivo principal é pelas cenas em widescreen, e as cores ocre, que sempre me dão a sensação de exagerar o conflito ser humano x mundo. O mundo é hostil, as poucas pessoas na tela são hostis, e no final, você tem a possibilidade de ver os personagens guiando a narrativa, meu jeito preferido de contar/ouvir histórias. Filmes assim só dão certo com um time muito bom, tudo tem que ser muito bem orquestrado: os atores, a fotografia, o som, a trilha sonora, a edição… Assim, eu sempre associo um filme/livro/seriado (ou o que quer que seja) character-based a uma narrativa que explora o meio como linguagem.

E um Spaguetti Western, não que eu seja uma especialista nem nada, é inevitavelmente baseado na estrutura de linguagem do western. Para um americano, o western acaba sendo algo que pode ser estudado pela sociologia. No começo, os índios eram os bandidos, e os cowboys, mocinhos. Ao passo que a postura da sociedade em relação à sua história muda, os westerns também mudam – principalmente os roteiros. Mas na Itália não haviam índios e cowboys. Existem tensões sociais parecidas, como também existem no Brasil (cangaço, anyone?). Um Spaguetti Western é criado quando se tem o Western como um gênero cinematográfico mais do que um registro da imagem de uma tensão social dentro de uma dada cultura. Assim, os clichés, as marcas, a estrutura e o formato contribuem para uma linguagem, um mundo particular de coerência interna. Uma experiência cinematográfica.

E assim eu vejo a lógica dos filmes do Tarantino. Deve ter muito a ver com o fato de ele ser, basicamente, auto-didata. Mas em Inglorious Besterds, ele mostra que amadureceu muito. Eu comecei a rir já nos primeiros minutos, e continuei a rir bem depois de haverem acabado os créditos. Alias, fui rindo ao banheiro, fui rindo pegar o onibus pra casa, fui rindo ao supermercado, e ri até chegar em casa. Eu queria ter saído do cinema e encontrado o Tarantino pra beber uma cerveja e ficar comentando o filme. Aposto que ele já fez muito isso, deve estar de saco cheio. Mas esse é um dos filmes que eu preciso ter em DVD.

Ok, agora eu vou escrever um monte de spoilers.

(mais…)

Vikings em Salvador

Em albergues você conhece todo tipo de gente (e ácaros, mas isso não rende post, só alergia). Nos meus últimos dias em Salvador, o quarto que eu dividia com mais três meninas ficou vazio (além da minha presença). Então, sexta-feira à tarde, percebi que havia uma mala em baixo de uma das beliches. Eu tinha uma nova companheira de quarto.

Era uma alemã loira, muito simpática. Combinamos de fazer um tour no sábado. Como já tinha combinado com o Rubens, fomos os três. No final do dia, dada a fuga do nosso colega, passamos a noite pensando no que fazer. Ela disse que havia conhecido um sueco e um suíço na praia, e que o suíço disse que tinha uma festa de um amigo que morava em Salvador. Eu tava numa vibe “deixa a vida me levar”, topei ir com ela. Chega o menino sueco pra nos buscar no albergue lá pelas 21h. Andamos um pouco e vamos a um restaurante de comida italiana cujos donos parecem soteropolitanos. Mas não! É um casal de americanos. O marido, do Brooklyn, tem até sotaque local. A esposa, de Los Angeles, não fala tão bem português e educa os filhos em casa (o famoso homeschooling).

Tipo, pessoas que a gente conhece aí, tranquilamente, pelas esquinas da vida.

Também estavam no restaurante um capoerista de Brasília e o tal do suíço. Conversa vai, conversa vem, fomos à tal da festa.

Na cabeça da alemã, a festa era:

1) Na casa de um amigo local do suíço

2) Uma festa brasileira

3) Uma festa de adultos

E tal era minha concepção, pois a mesma era pautada pela moça da Bavária.

ALAS! (nota do editor: isso é uma interjeição comum na lingua inglesa. Mais aqui)

Ao chegarmos no local, vimos que era um restaurante. Na verdade, uma lanchonete. Dessas de comida pra surfista: sanduíche natural, suquinho, açaí. Não era só isso que era diferente da nossa imagem mental da festa.

Alemã: Mas só tem gente LOIRA

Olha, até aí, tudo bem. Surfista bota parafina no cabelo. Mas na terra do axé e da capoeira, tava um pouco estranho. Eu olhei pra turma com quem eu estava chegando. Fora eu e o candango capoeirista, era todo mundo loiro também. Eis que eu realizei…

Baru: (mentalmente) É TODO MUNDO LOIRO

Ok, vocês ainda não estão chocados como eu estou, ou pelo menos não tão vendo como isso é bizarro. Eu estava na BAHIA, SALVADOR, terra do axé e centro da cultura Afro. Você anda na rua e vê aqueles negõe sagazes, aquelas meninas lindas. Eu ficava morrendo de inveja porque minha cor é de couro curtido e a deles, brilhante e linda, parece tecido mesmo, não sei explicar. Sem falar dos olhares, da auto confiança. O único negão que me deu bola tava sob efeito de biju. E eis que, na minha última noite, eu vou parar numa festa escandinava.

Sim, porque essa festa era:

1) Num restaurante pseudo natureba

2) De uns 20 estudantes Noruegueses

3) Uma festa de adolescentes bêbados

E fica pior: eram só 22h e nego já tava pra lá de Bagdad, assustando os funcionários e tudo. Os 4 brasileiros da festa (tirando eu) estavam feito cachorro na frente do forno de frango de padaria, e os loiros da minha turma rindo. Sim, eu estava enturmada com os outsiders, ia fazer o que. Numa festa de loiras, eu era a última pessoa a ser percebida pelos meus compatriotas. Restou-me virar Viking honorária. Ficamos naquele pedaço da Bahia empossado pelos escandinavos um bom tempo, até nos decidirmos por outro lugar. Mas eu aprendi, pelos meus coleguinhas “o sueco” e “o suíço”, que realmente, tal como era comentado por colegas meus na faculdade que eram viciados em heavy metal, o povo do norte mata ursos com os dentes e quebra pedras com a cabeça.

Me disseram os três – a alemã incluída – que eu me adaptaria bem ao norte. Eu disse que era frio demais pra mim. “Mas faz calor por uns dois meses no verão”, disse o suíço. “E eu vou passar o resto do ano deprimida?”

A resposta:

” : ( ( ( ( ( “

Aliás aposto que se eu fosse, ia acabar num terreiro de umbanda em plena Estolcomo.

Publicado em:  on Outubro 8, 2009 at 11:02 pm Comentários (5)
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Mamãe, coragem

Mamãe e eu sempre fomos muito próximas. Na família do meu pai nego até fica de condenscendência quando comentam nossa relação.

A verdade é que eu vivo pagando de agony aunt dela, e até hoje ela me chama pro Skype só pra eu dar opinião sobre o namoro dela (aliás eu sou consultora espiritual de todo mundo, e nunca pratico o que digo).

Fica todo mundo vindo falar comigo e sempre dizem, ai, sua mãe deve estar sentindo sua falta. Deve estar dificil pra ela.

E aí hoje eu tava no Skype com ela, fazendo papel de agony aunt enquanto me encontro no estado de agonia até saber do resultado da primeira fase da seleção do doutorado, e ela resolve perguntar como estou.

Baru: Ai mãe, ficou aqui pensando que eu forcei meus limites além de uma vida previsível. Parece que agora qualquer coisa pode acontecer. E eu não posso voltar atrás, porque não tenho pra onde voltar.

Mommy: É mesmo, eu me livrei da sua cama! :) :):):)

Gal Costa Feelings.

(O vídeo é com Jards Macalé, sensacional o show dele de gratis em Salvador. )

Conversa interna

Jiminy Cricket: Baru o que é isso BRIGADEIRO?

Baru: Sim, queimado e tudo, a la mode (nota do editor: Baru é mestre nos fail brigadeiros)

Jiminy Cricket: Você tá 5kg a cima do peso, pensa bem

Baru: ME PROCESSE

Jiminy Cricket: Pelo menos não coloca castanha

Baru: Shhhhh

Publicado em:  on Outubro 3, 2009 at 4:30 pm Comentários (5)
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