Recebi uma tonelada de pedidos (ok, só foi o Daniel), mas vou divulgar minha receita secreta.

Oi, eu sou saudável!
Recebi uma tonelada de pedidos (ok, só foi o Daniel), mas vou divulgar minha receita secreta.

Oi, eu sou saudável!
Eu amo queijo. Amo comida. Adoro gente que ama comida. Foi por isso que fiquei super feliz em saber do videocast Alex James: The cheese diaries, do jornal The Guardian, que mostra o ex-baixista do Blur acompanhando um concurso de melhor queijo. Ora, a minha banda mais adorada durante a adolescência (até eu conhecer, na ordem, Namie Amuro, Glay e L’arc~en~ciel) morreu, e é muito interessante ver o que eles fazem agora. Particularmente, eu odeio o Damon Albarn, principalmente depois que ele brigou com o Graham Coxon. Tinha também aquele ruivo, o baterista. Agora, o Alex James é impressionante. Minhas amigas do falecido Santa Úrsula riam muito da minha cara, por gostar de uma banda cheia de viadinhos – o Alex realmente parecia muito. Virge maria, que era até vegetariano (nada contra). Pra botar a cereja no sunday dos esquisitões, ele era formado em Astrofísica e cantava uma música no disco Parklife chamada “Far out”. Bem, onde e como anda essa figura, e onde eu estou querendo chegar?
Alex James agora é pai de 3 meninos e uma menina, e mora numa fazenda produtora de queijo no interior. Lançou um queijo azul (tipo gorgonzola) chamado Blue Monday (wink wink nudge nudge) Ah, ele não é mais vegetariano. Me lembra a letra de Country House.
Minha mãe sempre fazia tortilla de papas, mas depois que comi a original, feita pela ex-governanta galega, nunca mais tivemos.
Quem sabe é melhor, só de olhar pra isso sinto minhas coxas inchando.
Cinco visitas ao meu post sobre alfajor ontem.
O mundo está sem amor haha!
Eu não tou, mas ainda quero um alfajor. E uma empanada. E um rumo na vida.
(pra quem não entende a piada: tem uma frase que eu achei na internet há uns meses: “si no hay amor, hay alfajor”)
Bem, aproveitando que eu tou com essa larica, as dicas de Brasília:
1 – Daniel Briand – comida francesa, bistrô sem frescuras, bem engordativo e maravilhoso (vai reabrir dia 4, ampliaram a loja)
2 – Saborella – Ai meu deus o sorvete de tapioca! ( eu costumo ir na do Casa Park, que tem a Livraria Cultura, o Embracine, e o número 4)
3 – Santa Pizza – A melhor que eu já comi (tá, eu nunca experimentei as originais)
4 – Marietta Café – Os garçons até sabem que eu sempre peço um Cardinale (ciabatta, shiitake, beringela, zucchini, rúcula, parmesão e azeite) e um mate espumante – vamos confessar: sou viciada no petit gateau deles, pronto falei!
5 – Naturetto – comida natureba. Não serve carne, mas até tem peixe! (o único ruim é que as vezes eu fico de saco cheio de self-service)
6 – Fritz – Comida alemã e austríaca – muuuuuuuito tradicional, altas recordações
(essa dica é patrocinada pelo nepotismo)
7 – Las Paellas – Comida de inspiração espanhola maravilhosa – pena é que é na Quituarte, tem dias que não dá pra aturar cadeira de plástico.
Tendo quem pague: Alice (NHAM – o melhor risoto da minha vida), Nippon (Ai jesuis, sashimi me mata)
Ah, e depois da comilança, caminhada no parque olhos d’água, fazendo o favor.